Gatas e Musas da Web


Qual a sua Forma de Amar? by Jornal Porto Alegre

Fonte: Márcia Mattos Astróloga

VenusVênus é o planeta que representa a função da sedução, do prazer e as escolhas amorosas. Indica quais são os meios que usamos para atrair e agradar alguém (isso não apenas no âmbito amoroso, mas sempre que pretendemos conseguir algum favorecimento ou simplesmente manter um clima prazeiroso). É também Vênus quem decide que alguém ou alguma coisa é agradável e pode ter valor para nós.

Vênus mostra a qualidade da capacidade de amar de uma pessoa, o valor dado ao amor. Mostra também o caminho no qual a pessoa encontrará o amor. A forma individual de encontrar e viver esse amor.

Aqui vamos considerar os contatos de Vênus com Júpiter, Saturno, Urano, Netuno e Plutão. Quando Vênus encontra qualquer um destes, os relacionamentos são vividos de acordo com um padrão específico.

Podemos então falar de 5 Formas de Amar ou 5 Padrões Afetivos:

  • O padrão Júpiter/Vênus
  • O padrão Saturno/Vênus
  • O padrão Urano/Vênus
  • O padrão Netuno/Vênus
  • O padrão Plutão/Vênus


Cada um deles implica uma determinada concepção do amor e em um determinado tipo de escolha de parceiros e de situações amorosas. Aqui, pretendemos traçar a sua Forma de Amar ou o seu possível padrão afetivo, aquele com o qual você mais se identifica o que provavelmente significa que você possui ou está vivendo aquele aspecto planetário. Mas só através do cálculo do seu Mapa Astral é possível determinar os aspectos exatos entre Vênus e os demais planetas.

Os textos que oferecemos é uma oportunidade de reflexão, de conscientização e de contato com algumas características e particularidades sutis de nós mesmos das quais muitas vezes não nos damos conta… o que, aliás, acreditamos ser a verdadeira função da Astrologia. É importante notar que é possível a pessoa se identificar com mais de um destes padrões, pois Vênus pode formar aspectos com diversos planetas ao mesmo tempo.

Clique no tipo de amor que “de cara” parece ser aquele com que você mais se identifica:

Amor Aventureiro
Amor Responsável
Amor Livre
Amor Romântico
Amor Paixão

Amor Aventureiro

É a concepção do amor como algo que traz expansão e crescimento para o indivíduo. É o amor que permite vislumbrar novos horizontes e que deve se manter como constante fonte de estímulos para o desenvolvimento pessoal.
O amor é visto como um sentimento nobre e a expectativa é de encontrar uma parceiro com características quase heróicas.
Situações de prazer e grandiosas manifestações românticas são componentes fundamentais deste padrão amoroso.
Há uma espécie de aversão à estagnação e grande intolerância aos obstáculos e fracassos da vida. É um tipo de amor que dificilmente se sustenta nas adversidades.
Depois de conquistado, este tipo de amor costuma perder grande parte de seu encanto, uma vez que o processo de conquista tende a ser supervalorizado.
A crença de que o próximo parceiro será necessariamente melhor do que o atual faz parte deste modo de conceber o amor como algo capaz de lançar a vida para adiante.
Este mesmo otimismo permite que se abandone as relações sem arrependimentos, culpas, dúvidas ou inseguranças.

Amor Responsável

É o amor exigente, consigo mesmo ou com o outro.
É a concepção do amor como algo que deve ser merecido e para o qual existem pré-requisitos sem os quais é impossível amar ou ser amado.
Não se acredita no amor como um sentimento gratuito que ocorre sem explicação razoável ou sem um motivo específico, obedecendo apenas a lógica do “coração”. Ao contrário, o amor possui regras, padrões, conceitos. É uma estrada de mão dupla onde as exigências podem recair tanto sobre o próprio indivíduo quanto sobre o parceiro(a).
Nesta sentido, o amor é um agente de insegurança que coloca em evidência as falhas e incapacidades daquele que não possua os atributos necessários.
Passa a ser uma vivência desconfortável que nos coloca diante das nossas faltas e nos faz reviver experiências de desafeto e inadequação.
Esta concepção muitas vezes leva o indivíduo a sentir-se incapaz de manter o amor de alguém (uma vez que não possui os encantos necessários) e a aceitar, por assim dizer, “o que aparecer” vivendo relacionamentos frustrantes que somente reforçam sua baixa auto-estima. Ou, ao contrário, excede-se em escolhas e pré-requisitos que normalmente o levam a se afastar da vida afetiva ou a passar muito tempo sem se relacionar afetivamente.
É uma concepção de amor racional, pragmático que não abre espaço para as fantasias e ilusões típicas dos apaixonados.
É o amor compromisso, que espera construir algo concreto em um relacionamento. É o amor responsável, que suporta os deveres e obrigações, consciente dos limites e tolerante com os problemas e momentos de desprazer de uma relação.

Amor Livre

Amor livre, sem vínculos, sem prisões. É o amor vivido em liberdade, sem compromissos.
É o amor que se alimenta da distância, do afastamento. O objetivo desse comportamento é evitar a repetição, o cotidiano, e principalmente a rotina.
A fonte de inspiração amorosa é justamente não saber ao certo o que vai acontecer, não poder prever o futuro daquela relação. As coisas poderem mudar a qualquer momento, é o que dá prazer e interessa em um relacionamento vivido segundo esse padrão.
Diante de qualquer deslize, confronto, problema ou indisposição no relacionamento, ocorre a ameaça de rompimento. A melhor solução parece ser sempre a separação, dificilmente a conciliação.
É um tipo de amor que costuma se dar fora dos padrões estabelecidos (entre pessoas de meios, idades, profissões ou hábitos muito diferentes) e inclusive precisa de um certo toque de rebeldia.
A idéia de “formar um só” ou de que as vidas se misturam é completamente estranha a essa concepção de amor. Ao contrário, há a necessidade de manter-se separado, de conservar sua individualidade, sua integridade.

Amor Romântico

Amor como algo transcendente, como uma união de almas, uma experiência irreal e mágica, algo que não pode ser explicado. Um verdadeiro encontro de “almas gêmeas”.
É o amor cortês que exalta as características do amado e o transforma em um ser inatingível e sublime, digno de adoração. É o amor platônico que não precisa se concretizar para existir.
É um modo de viver o amor que inclui sacrifícios, abnegações e renúncias.
São os amores secretos, que não podem ser revelados, que possuem algum tipo de impedimento e que tem que ser vividos em segredo ou na ausência da pessoa amada.
Esse é por excelência o padrão dos amores impossíveis. Impossíveis porque a pessoa precisa tanto da fantasia, da magia do amor que qualquer relacionamento cotidiano, corriqueiro, cheio dos detalhes banais do dia-a-dia, torna-se intolerável ou frustrante.

Amor Paixão

É o amor intenso, profundo, incontrolável.
O amor é visto como uma experiência capaz de transformar e modificar radicalmente a vida.
É um tipo de amor que não admite meios-termos ou superficialidades.
É o sentimento capaz de nos fazer entrar em contato com o mais profundo, obscuro e insondável em nós. O amor pode, assim, ser revelador de parcelas desconhecidas e despertar “anjos e demônios”.
Nesta concepção, o amor jamais é uma vivência leve, suave, amena. Ao contrário, ele é grave, repleto de armadilhas e pode facilmente transformar-nos em reféns.
O ciúme é um elemento necessário nesta combinação. Sem ciúme, não há amor.
As tentativas de controle, manipulações e lutas de poder fazem parte desta concepção, onde o medo de perder o parceiro(a) torna-se uma ameaça constante.

Reblog this post [with Zemanta]

Deixe um comentário so far
Deixe um comentário



Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s



%d blogueiros gostam disto: